Um dia assistindo a um programa de esporte, desses de bancada, ouvi a expressão: “o jogador fulano de tal fez firula”. Confesso que sabia que “firula” é uma jogada para abater o time adversário e impressionar o público.
Diante desse lance na sala de TV resolvi perguntar para minha irmã se ela sabia também o que vinha a ser a expressão. Com olhar perdido ela disse: ah, deve ser alguma jogada, certo?
Achando bem engraçado expliquei o significado da palavra e daí me veio a idéia de escrever a respeito das gírias utilizadas no futebol e como essas palavras entram espontaneamente na fala comum e passam a influenciar nossa cultura popular.
As gírias utilizadas no esporte as vezes confundem. Eu mesma não sabia o que era um jogador barbantinho. Só depois de perguntar descobri que “barbantinho” é o cara fominha de bola, que amarra dar o passe ao companheiro.
Como eu não sou uma “jornalista barbantinha” passarei para minhas leitoras algumas expressões básicas do esporte que precisamos saber.
Quando vocês ouvirem o locutor falando que o jogador deu “de trivela” significa que o chute foi dado com efeito com lado interno ou externo do pé.
Outra expressão muito falada é o tal do gol olímpico, que é marcado direto do escanteio. Aí você me pergunta: E o que é o escanteio?
Escanteio é quando a bola de futebol sai na linha atrás do gol, sendo que o último que tocou a bola foi o time adversário, dando posse de bola ao time atacante que bate o escanteio próximo a lateral de campo.
E o tal do voleio? Aposto que no início eu também nem imaginava que isso seria uma “quase bicicleta”. Imaginaram essa jogada? Ainda não? Ah então, basta assistir aos jogos do final de semana que certamente entenderão.
Vale lembrar aqui que muitas palavras nascidas no cenário futebolístico ficaram mais que comuns em nosso dia a dia. Se perguntar para uma criança o que é “frangueiro e perna de pau” ela irá responder. Se indagar a uma mulher o que é “Maria chuteira”, não ficará sem resposta. E pereba então? Todo mundo sabe. Mesmo quem não acompanha jogos responde. São expressões divertidas da língua portuguesa. Jargões e gírias que ficaram comuns comprovando mais uma vez a influência do esporte na cultura do nosso povo.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
O QUE NOS RESTA AGORA É TORCER!
A seleção rumo ao hexa já está formada, e como torcedora não poderia deixar de manifestar aqui minha opinião.
Depois da contratação do técnico Dunga percebi que é mesmo difícil agradar gregos e troianos. Escalar jogadores com o nível dos nossos é tarefa que depende de raciocínio e acima de tudo coragem para enfrentar as críticas.
O mais engraçado disso tudo é que o Brasil tem muitos craques, fato que virou “problema”, o que para muitos países seria solução.
A ausência dos jogadores Ronaldinho e Adriano me surpreendeu já as de Neymar e Ganso eu já esperava. Quatro estrelas longe da seleção é um risco, porém tento confiar na intuição do técnico.
Está certo que Adriano não fez por onde de ser convocado, mas Ganso e Neymar jogam um bolão. Experiência em Copa não é sinal de competência.
A verdade é que nunca haverá uma seleção perfeita para ninguém. O meu time é diferente do seu, que é diferente do frentista do posto, que é diferente dos amigos na mesa do bar. E Sabia que isso é até gostoso? Entusiasmo, revolta, troca de opiniões, expectativa...
Agradando ou não o que nos resta agora é vestir a camisa e torcer pelo nosso Brasil.
Depois da contratação do técnico Dunga percebi que é mesmo difícil agradar gregos e troianos. Escalar jogadores com o nível dos nossos é tarefa que depende de raciocínio e acima de tudo coragem para enfrentar as críticas.
O mais engraçado disso tudo é que o Brasil tem muitos craques, fato que virou “problema”, o que para muitos países seria solução.
A ausência dos jogadores Ronaldinho e Adriano me surpreendeu já as de Neymar e Ganso eu já esperava. Quatro estrelas longe da seleção é um risco, porém tento confiar na intuição do técnico.
Está certo que Adriano não fez por onde de ser convocado, mas Ganso e Neymar jogam um bolão. Experiência em Copa não é sinal de competência.
A verdade é que nunca haverá uma seleção perfeita para ninguém. O meu time é diferente do seu, que é diferente do frentista do posto, que é diferente dos amigos na mesa do bar. E Sabia que isso é até gostoso? Entusiasmo, revolta, troca de opiniões, expectativa...
Agradando ou não o que nos resta agora é vestir a camisa e torcer pelo nosso Brasil.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
É ROSA, MAS NÃO CHOQUE
Já tem muito tempo que quero escrever a respeito da camisa rosa adotada pelo Clube Atlético Mineiro, mas decidi esperar a poeira baixar para ver o desfecho de todos os boatos e críticas.
Por que tanto auê? Rosa é uma cor como outra qualquer. Não se define sexo pelo uso de cores, mas sim por gestos, educação e respeito. Não existe regra para tons. Moda é cada um que faz com estilo e atitude.
Deixo claro, que a idéia lançada poderia ser de qualquer time brasileiro ou mundial que minha opinião é a mesma.
Em Minas a camisa dominou e já está dependurada no armário de muitos marmanjos. Conheço vários que adotaram o visual e confesso que gostei. Se a intenção da camisa rosa foi agradar ao público feminino, podem dizer ao presidente Alexandre Kalil que achei o máximo. Sem falar também que foi o melhor marketing dos últimos tempos do futebol.
Acho que chegou a hora de romper os preconceitos, é preciso que haja mais respeito entre as torcidas: É ROSA, MAS NÃO CHOQUE!
Por que tanto auê? Rosa é uma cor como outra qualquer. Não se define sexo pelo uso de cores, mas sim por gestos, educação e respeito. Não existe regra para tons. Moda é cada um que faz com estilo e atitude.
Deixo claro, que a idéia lançada poderia ser de qualquer time brasileiro ou mundial que minha opinião é a mesma.
Em Minas a camisa dominou e já está dependurada no armário de muitos marmanjos. Conheço vários que adotaram o visual e confesso que gostei. Se a intenção da camisa rosa foi agradar ao público feminino, podem dizer ao presidente Alexandre Kalil que achei o máximo. Sem falar também que foi o melhor marketing dos últimos tempos do futebol.
Acho que chegou a hora de romper os preconceitos, é preciso que haja mais respeito entre as torcidas: É ROSA, MAS NÃO CHOQUE!
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