Uma vez um amigo me disse: Você é uma das poucas mulheres que conheço que gosta de futebol.
Na verdade o esporte é uma forma que encontrei também para ficar mais perto das pessoas. Acho divertida uma boa partida e quando acontece uma disputa de pênaltis então, largo tudo que estou fazendo só para assistir.
Parece infantil, mas como passatempo brinco de adivinhar se vai ser gol ou não e confesso que isso é muito divertido.
Pelo posicionamento do goleiro e do jogador já profetizo se a bola vai para o barbante, e é incrível! Quase sempre acerto.
Com essas brincadeiras, confesso que já adivinhei os pênaltis até de quem eu não queria, para minha própria decepção. Loucuras a parte.
Para as mulheres que reclamam dos namorados e maridos na frente da televisão, aí vai uma dica: tentem assistir a uma disputa de pênaltis ao lado de quem você ama.
Mesmo não sendo o seu programa favorito, abram mão de um dia de novela só para terem o gosto da adrenalina e da companhia do amado.
Comecem já. Aproveitem uma noite a toa e os campeonatos regionais que já começaram e experimentem essa brincadeira.
Não quero parecer machista, mas sim inteligente. Gostar das mesmas coisas e compartilhar momentos emocionantes mesmo sendo uma partida de futebol fará o seu relacionamento ainda mais feliz. Vão por mim e até a próxima.
PS: Ah! para o Brunão do Lance, obrigada pela sugestão. E para minhas leitoras, estou ansiosa para ver o resultado dessa brincadeira.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
FUTEBOL, UMA PAIXÃO TAMBÉM FEMININA
Na verdade minha paixão por futebol começou pela influência do meu pai. Nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais,comecei a interessar pelo time do coração da família.
Para o desespero da minha mãe, meu pai me levava para o Mineirão como companhia. Talvez para suprir a ausência de um “filho homem”, mas prefiro acreditar que do jeito que ele é “coruja” me levava mesmo para tirar onda com os amigos (modéstia a parte eu era muito bonitinha).
Foram muitas visitas ao estádio. Domingo para mim era festa! Sabia que ia curtir a alegria da torcida. E se o time ganhasse então era garantida minha ida ao Parque Guanabara, onde comia pipoca, tomava sorvete e brincava com a criançada, enquanto meu pai só olhava satisfeito por me fazer feliz.
Fui filha única por seis anos, depois veio o meu irmão do meio, o Marcelo, um presente para meu pai, que de novo para o desespero da minha mãe passou a levá-lo também ao Mineirão.
Mesmo mocinha meu interesse por futebol continuou e no bando dos meninos arriscava alguns dribles, não importando se estava descalça, no sol ou no meio de um tanto de críticos, afinal não era nenhuma Marta da seleção brasileira.
Para mim ficou registrado vários momentos felizes ao lado da bola. Inclusive para paquerar, escolhia os “bons de bola”, até... que descobri um especial e acabei me casando com ele (história que um dia eu ainda conto aqui)
Relembrando tantos dias felizes que vivi, hoje sou uma apaixonada. Assisto aos jogos, vou ao campo, busco informações e continuo acompanhando familiares, amigos e marido no Mineirão.
Revelo que nunca tinha arriscado em escrever sobre esse tema, até que depois de um convite especial me aventurei nessas linhas a expressar um pouquinho da minha experiência com o esporte, aqui percebi que ele é mais presente do que pude imaginar.
Flávia Zago é jornalista e tem seu blog atualizado toda semana aqui no Olheiros.com
Para o desespero da minha mãe, meu pai me levava para o Mineirão como companhia. Talvez para suprir a ausência de um “filho homem”, mas prefiro acreditar que do jeito que ele é “coruja” me levava mesmo para tirar onda com os amigos (modéstia a parte eu era muito bonitinha).
Foram muitas visitas ao estádio. Domingo para mim era festa! Sabia que ia curtir a alegria da torcida. E se o time ganhasse então era garantida minha ida ao Parque Guanabara, onde comia pipoca, tomava sorvete e brincava com a criançada, enquanto meu pai só olhava satisfeito por me fazer feliz.
Fui filha única por seis anos, depois veio o meu irmão do meio, o Marcelo, um presente para meu pai, que de novo para o desespero da minha mãe passou a levá-lo também ao Mineirão.
Mesmo mocinha meu interesse por futebol continuou e no bando dos meninos arriscava alguns dribles, não importando se estava descalça, no sol ou no meio de um tanto de críticos, afinal não era nenhuma Marta da seleção brasileira.
Para mim ficou registrado vários momentos felizes ao lado da bola. Inclusive para paquerar, escolhia os “bons de bola”, até... que descobri um especial e acabei me casando com ele (história que um dia eu ainda conto aqui)
Relembrando tantos dias felizes que vivi, hoje sou uma apaixonada. Assisto aos jogos, vou ao campo, busco informações e continuo acompanhando familiares, amigos e marido no Mineirão.
Revelo que nunca tinha arriscado em escrever sobre esse tema, até que depois de um convite especial me aventurei nessas linhas a expressar um pouquinho da minha experiência com o esporte, aqui percebi que ele é mais presente do que pude imaginar.
Flávia Zago é jornalista e tem seu blog atualizado toda semana aqui no Olheiros.com
Assinar:
Postagens (Atom)
